Blocos, transações e hashes
Os mineradores agrupam as transações pendentes em um bloco, adicionam metadados como um carimbo de data/hora e uma referência ao hash do bloco anterior e, em seguida, tentam encontrar um nonce que produza um hash que atenda à meta de dificuldade da rede. Quando um hash válido é encontrado, o novo bloco é transmitido, verificado por outros nós e adicionado ao blockchain como parte de uma cadeia imutável de blocos.
Comprovação de trabalho e dificuldade
A Prova de Trabalho exige que os mineradores realizem um grande número de operações de hash, tornando a manipulação da cadeia computacionalmente dispendiosa. A dificuldade se ajusta ao longo do tempo com base no poder de hash total da rede, de modo que novos blocos sejam adicionados a uma taxa aproximadamente constante.
Modelos de mineração: hardware, pools, nuvem e mercados
Mineração por hardware: você executa o software de mineração em suas próprias GPUs ou ASICs. Ferramentas como NiceHash Miner ou Cudo Miner avaliam seu hardware e selecionam automaticamente algoritmos ou moedas lucrativas para minerar. Mineração em pool: em vez de minerar sozinho, você participa de um pool de mineração e compartilha recompensas proporcionais ao poder de hash contribuído, o que aumenta a frequência de pagamentos e reduz a volatilidade. Mineração em nuvem: você aluga poder de mineração de um provedor que opera grandes instalações, com plataformas como a ECOS permitindo que os usuários acessem contratos de mineração sem precisar possuir hardware. Mercados de poder de hash: serviços como o NiceHash conectam vendedores de poder de hash com compradores que desejam minerar uma moeda específica em um pool escolhido, com todos os pagamentos geralmente feitos em uma moeda como o Bitcoin.